Por Douglas Cavalcante
Entro no busão, mais uam semana termina. Sento na janela e fico olhando a estrada correr. Pode até parecer loucura, mais mesmo estando de fone ouvindo algo nas musicas do celular ainda quero alguem pra sentar ali do lado, puxar um assunto, conversar um pouco ... Parece estranho, mais preciso disto.
Onibus vazio, sento na parte do meio, jogo minha mochila ao lado e, com a mente vazia é oficina, com diz minha mãe nós seguimos logo uma sina. Passamos pela vida tão depressa que nem notamos oque realmente interessa, e assim tudo se vai, o teu castelo cai e mais um anjo vai lá pra morada eterna. Pode parecer loucura querer abraçar que ja morreu, mais so quem perdeu sabe a falta que faz uma compania, pode ser qulquer pessoa, seu pai, sua mãe, sua tia ... Alquem que sempre via oque você fazia torçend pelo seu bem, porem, recusamos muitas vezes oque lhe nos é desejado. Nesse cotidiano bagunçado, lá estou eu sentado num banco de um onibus vazio pensando que em algum lugar pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim.
Olha so que absurdo, talves algo bem ligeiro, uma lagrima de lembraça escorre no meu rosto sem medo. Poi é, ha momentos perfeitos. Só voce notar para ver que temos oque realmente ver que muitos são passageiros. É tudo bem assim, e não sei por quanto tempo.
Talves hoje você esteja aqui, sentado do meu lado, sobre minha mochila, no banco vazio. Ou até mesmo na minha frente, mais você sabe que não gosto de ser liderado. E atrás? Tambem não, não gosto de liderar. Ande mesmo ao meu lado para qeu assim possamos seguir juntos e unidos.