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12 setembro 2020

PRECISO DE VOCÊS!

 Pessoal, venho neste post pedir a ajuda de vocês. 

Comentei há algumas postagens atrás que publicaria alguns contos que estão guardados na gaveta aqui do blog, alguns foram bem vistos e outros não. A maioria sempre foi se contribuição e atualmente o tempo anda escasso para escrever e postar (a ponto de passar alguns dias do horário ou do dia mesmo de postar). 

Então gostaria de sua humilde colaboração: se você gostou da retomada me ajude contribuindo com um conto, caso não gostou, deixe seu feedback para a melhoria e manutenção do blog para futuras postagens. Isso será de grande ajuda.


Bem, é isso. Espero que você que passa aqui no blog goste do conteúdo. Um hobbie bem diferente dos atuais que tenho e muito nostálgico por sinal. Agradeço desse já a atenção de vocês é desejo uma ótima leitura, até mais!

05 setembro 2020

Sobre os faráos.

SEREKH DE WADJSendo o faraó um deus Hórus vivo sobre a terra, desde o surgimento das primeiras fontes escritas que se aplica justamente esse nome ao rei — Hórus. Como o nome da divindade era derivada da palavra Hor, que significa falcão, o termo equipara o rei a um deus original do céu, o deus falcão, o qual outrora navegava na barca solar sobre a abóbada celeste. A ligação da divindade com o soberano é atestada desde o princípio da história egípcia. A forma sob a qual é representada essa estreita conexão é bem característica. Ela se expressa sobretudo no chamadonome de Hórus do rei.
Até a III dinastia (c. 2649 a 2575 a.C.), o nome principal do rei — nome de Hórus — era escrito em um quadro retangular chamado de serekh, como esse que se vê ao lado pertencente ao faraó Wadj, o rei serpente, da I dinastia (c. 2920 a 2770 a.C.). A parte inferior do quadro continha um desenho em forma de fachada de palácio. Na parte superior vinha o nome do rei e o conjunto era encimado pela figura de um falcão — o deus Hórus. Assim o rei tornava-se o substituto terrestre dessa divindade do universo e poderíamos denominá-lo de Hórus do palácio. No caso de Peribsen, da II dinastia (c. 2770 a 2649 a.C.), o animal de Seth substituia o falcão, enquanto que oserekh de Khasekhem era encimado tanto pelo falcão quanto pelo animal de Seth.

HIERO REI DO ALTO E DO BAIXO EGITO
Rei do Alto e
do Baixo Egito
HIERO DUAS DAMAS
As Duas Damas

29 agosto 2020

Khufu e o mago Djedi

O príncipe Djedefhor levantou-se para Falar: "Até agora, a tua majestade só ouviu historias sobre prodígios efetuados por homens sábios de outros tempos. E impossível saber se essas histórias são verdadeiras ou falsas. Mas o que se poderá dizer sobre os feitos de um homem deste tempo que a tua majestade não conhece?"
E sua majestade disse: "Que feitos são esses, meu £ilho?"

Respondeu Djedethor: "Existe um homem chamado Djedli que mora em Djedseneferu, justificado. Tem cento e dez anos de idade, come quinhentos pães, metade de um boi e cem jarros de cerveja, e sabe recolocar uma cabeça separada do corpo, fazer um leão caminhar calmamente atrás dele e ainda sabe o número das câmaras secretas do santuário de Toth."

Ora a majestade do rei Khufu, justificado, sempre quisera saber o número dessas câmaras, a fim de reproduzi-las no seu horizonte. Por isso, mandou que Djedefhor fosse buscar Djedi.
Logo que os barcos de viagem ficaram prontos, Djedefhor partiu da residência real e viajou para sul, rumo a Djedseneferu, justificado, subindo o Nilo. Quando os barcos chegaram à margem, ele seguiu pela estrada sentado numa liteira com varais de ébano cobertos por folha de ouro.

Quando chegou a casa de Djedi, a liteira foi baixada para terra. Então ele levantou-se para saudar Djedi, que estava sentado sobre uma esteira a entrada de casa. Um servidor cobria-lhe a cabeça com ungüento, enquanto outro lhe massageava os pés.
Então o príncipe Djedefhor disse: "O teu estado é semelhante ao de um homem que ainda não atingiu a velhice, se bem que na realidade estejas já envelhecido, perto do momento da morte e do enterro. Estás no estado de um homem que dome de noite sem problemas, que não tem doenças nem acessos de tosse."

É assim que se saúda uma pessoa venerável.


[E Djedefhor disse:] "Vim aqui para te chamar, da parte de meu pai Khufu, justificado. Comerás belos manjares dados pelo rei a quem o serve, e ele far-te-a, depois de uma vida feliz, um belo sepultamento junto a teus pais, que estão na necrópole."
Então Djedi respondeu: "Em paz, em paz, Djedefhor, filho real amado de seu pai Que te recompense o teu pai Khufu, justificado. Que ele te promova entre os anciãos. Possa o teu ka lutar contra o teu inimigo e o teu ka conhecer os caminhos que te levam a porta de Hebesbag."
E assim que se saúda um filho de rei.

Então o príncipe Djedefhor estendeu-lhe as mãos e ajudou Djedi a erguer-se, caminhando com ele de mão dada ate à margem. Em seguida, Djedi disse: "Faz com que me cedam uma barca, para que eu possa levar os meus filhos e os meus livros.>~
Duas barcas com a sua equipagem foram então colocadas a disposição de Djedi, o qual embarcou no barco onde seguia o príncipe Djedefhor. Quando chegaram à corte, o príncipe Djedefhor entrou antes para pôr ao corrente a majestade do rei Khufu, justificado.

Então o prínncipe Djedefhor disse: "Soberano, vida, força e saúde, meu senhor, trouxe comigo Djedi."
Sua majestade respondeu: "Vai e trá-lo aqui."

Depois, sua majestade entrou na grande sala do palácio, vida, força e saúde, e Djedi foi introduzido lá.
Perguntou sua majestade: "Como foi que até ao presente eu nunca te vi, Djedi?".
Respondeu Djedi: "só quem é chamado é que vem, soberano, vida, força e saúde, agora fui chamado e vim."
E perguntou sua majestade: "É verdade, segundo o que se conta, que podes juntar ao corpo uma cabeça cortada?"

Djedi respondeu: "Sim, sei fazer isso, soberano, vida, força e saúde, meu senhor."

Então sua majestade disse: "Tragam-me o prisioneiro que está na prisão para ser executado."
Mas Djedi respondeu: "Não, um ser humano, soberano, vida, força e saúde, meu senhor, porque é proibido fazer semelhante coisa ao gado sagrado [dos deuses]..."

Então trouxeram-lhe um ganso a quem tinham cortado a cabeça, colocando-se o ganso no canto oeste da grande sala e a cabeça no lado leste da grande sala. Djedi pronunciou algumas palavras mágicas, e o ganso ergueu-se, cambaleando, e a cabeça fez o mesmo. Quando as duas partes se juntaram, o ganso levantou-se, grasnando. Depois ele fez o mesmo com outro ganso. E sua majestade mandou que lhe trouxessem um boi cuja cabeça tinha sido cortada. Djedi pronunciou algumas palavras mágicas, e o boi ergueu-se perante ele.

E disse Khufu: "É verdade, como ouvi dizer, que sabes o número de câmaras secretas que há no santuário de Toth?"

Djedi respondeu: "Permita-me a tua majestade dizer que o número não sei, soberano, vida, força e saúde, meu senhor, mas sei onde pode ser encontrado."

Sua majestade perguntou: "Onde está"

Djedi respondeu: "Num cofre de pedra que está numa câmara do templo de Heliópolis, chamada câmara do inventário".
E sua majestade disse: "Vai então buscá-lo para mim."

Djedi respondeu: "Soberano, vida, força e saúde, meu senhor, não posso trazê-lo. Isso tem de ser feito pelo mais velho dos três filhos que estão no ventre de Reddjedet."
E sua majestade disse: "Então que se faça isso. Mas afinal quem e essa Reddjedet?"

Djedi respondeu: "É a esposa de um sacerdote de Rá, senhor de Sakhebu, que está grávida de três crianças de Rá, senhor de Sakhebu. O deus disse que eles exerceriam essa função benéfica de rei e que o primo-gênito deles seria o grande dos videntes em Heliópolis..."

Ao ouvir isso, o coração de sua majestade caiu na tristeza, mas Djedi disse-lhe: "Mas o que e essa tristeza, soberano, vida, força e saúde, meu senhor? É por causa das três crianças? Nota que tu, depois o teu filho e depois o filho dele reinarão antes do primeiro dos filhos de Reddjedet..."

Então sua majestade perguntou: "Quando é que Reddjedet dará a luz?>~

Djedi respondeu: "No décimo quinto dia do primeiro mês do Inverno".

E sua majestade disse: "Ora é justamente nessa altura que os bancos de areia do canal dos Dois Peixes ficam a descoberto, servidor. Já passei por lá. de barco para ver o templo de Re, senhor de Sakhebu."

E Djedi respondeu: "Pois bem, farei com que haja quatro covados de água sobre os bancos de areia do canal dos Dois Peixes..."

Então sua majestade entrou no seu palácio e disse: "Que Djedi entre na casa do príncipe Djedefhor e que viva com ele e que lhe sejam asseguradas rações alimentares de mil pães, cem jarros de cerveja, um boi e cem vegetais..."

E tudo foi Leito de acordo com o que sua majestade tinha ordenado.


Fonte: http://contosencantar.blogspot.com.br/2011/03/khufu-e-o-mago-djedi.html

22 agosto 2020

O arco sob a lua

Por Leandro Radrak

(Este conto se passa na Era dos Dragões, muito antes da Era de Rashidi )


Ônix levou a pata à boca e a lambeu de modo despreocupado, passando-a em seguida no rosto felino. Era um gato peculiar. Um animal feito da mesma pedra que lhe dava o nome. Sua pele era completamente preta, lisa e brilhante, dando ao animal um aspecto mágico. Seus olhos ostentavam um verde intenso e emanavam ansiedade e astúcia.
Ele ignorava seu companheiro mal humorado, que o observava de cima, bufando. Um dragão de ébano que Ônix vira nascer e ajudara a criar, porém, tinha receio, o veria morrer preso nas teias da vingança.
– Estou perdendo meu tempo... – rosnou o dragão ao seu lado, tirando os olhos do felino para encarar o horizonte.
Distantes, nuvens pesadas açoitavam o solo com relâmpagos mudos. Centenas de seres alados se digladiavam, soprando fogo, gelo, energia pura ou líquidos diversos. Também invocavam feitiços ancestrais, comandando os elementais e pintando no horizonte um colorido quadro de caos e destruição.
– Seu inimigo não está lá. – resmungou o gato, assumindo uma pose austera.
– Não ainda...
– Que tal uma história, meu bom Sukemarantus? Algo para acalmar sua ansiedade? Tenho algo na ponta da língua que combina com a guerra de estupidez épica que vemos à nossa frente. Algo que faz frente a tal paisagem de morte entre nossos irmãos. – sugeriu Ônix, com tom maroto.
– Tenho escolha? Vejo que é por isso que você me mantém aqui.
O gato se espreguiçou, saltou para uma rocha mais alta e encarou o companheiro. Tinha um sorriso vitorioso entre os bigodes.
– Juro que um dia eu o engulo. – rosnou o dragão.
– Você poderia tentar, mas creio que seria indigesto se eu assumisse minha forma draconica dentro de você...

15 agosto 2020

O marido enganado

O príncipe Khafré levantou-se para falar: “Vou contar à tua majestade um prodígio que aconteceu no reinado do teu pai Nebka, justificado, quando ele foi ao templo de Ptah, senhor de Ankhhtaui”.
Ora quando sua majestade foi a Ankhtaui, chamou o sacerdote leitor chefe Ubaoner. Aconteceu que a mulher de Ubaoner se apaixonou por um homem da cidade e mostrava a sua afeição mandando presentes de roupa pela sua serva. Sempre que havia condições, ela mandava a serva levar o seu amante até à casa de Ubaoner. Aí o homem da cidade dizia à esposa de Ubaoner: “Há um pavilhão no jardim, pois bem, vamos lá passar um momento feliz.”
Então a mulher de Ubaoner disse ao servidor encarregado do jardim: “Faz preparar o pavilhão que está no jardim”.
Em seguida ele e ela passaram o dia a beber. Quando escureceu o homem da cidade desceu para o lago, a fim de ali se purificar enquanto a serva procurou o encarregado do jardim e contou-lhe o que sua ama tinha feito.

Logo que nasceu o dia seguinte, a primeira coisa que o encarregado do jardim fez foi procurar o seu senhor Ubaoner e contar-lhe tudo o que ouvira da serva. Então Ubaoner ordenou ao encarregado do jardim que fosse buscar a sua caixa mágica. Era uma caixa maravilhosamente elaborada, feita de ébano com decorações de ouro. Depois Ubaoner tirou dela uma espécie de cera e fez um modelo de crocodilo com sete côvados de comprimento. Recitou então encantamentos mágicos sobre modelo de crocodilo e disse-lhe: “Quando alguém chegar para se banhar no meu lago, apodera-te dele.”
Depois de ter dito a sua fórmula, Ubaoner entregou o crocodilo ao encarregado do jardim e disse-lhe: “Espera o momento em que o tal homem entrar no meu lago para tomar banho, segundo o seu costume diário: lança então este crocodilo na água na direção dele.”
O encarregado do jardim retirou-se, levando com ele o crocodilo de cera. Pouco depois, a mulher de Ubaoner disse ao encarregado do jardim: “Faz preparar o pavilhão que está no meio do jardim, porque eu quero passar lá um momento.”

09 agosto 2020

O conto de Sinuhe

A história de Sinuhe se passa durante o reinado do faraó Sesóstris I (1971 a 1926 a.C.)

Conhecida como As Aventuras de Sinuhe, seu autor é desconhecido, mas ela é muito bem escrita e gozava de grande popularidade em seu tempo, tanto que era considerada um clássico nas escolas egípcias e, em função disso, foi copiada pelos alunos inúmeras vezes, sendo que várias dessas cópias chegaram até os nossos dias. Acima um exemplo: um trecho da narrativa gravada em pedra. É algo como se o Robinson Crusoé, de Daniel Defoe, pudesse ser lido em cópias escolares no ano 5900 da nossa era.
Em mais de 300 linhas é feita a narrativa da vida de um personagem fictício e nela encontramos intriga, aventura, lealdade e redenção. O herói parece ter sido um próspero administrador do harém do faraó Amenemhet I (1991 a 1962 a.C.), cujo reinado testemunhou a expansão da esfera egípcia de influência no Sinai e na área da Síria-Palestina e introduziu um tempo de grandes atividades construtivas e de renascimento literário e artístico. Segundo os estudiosos, os detalhes inseridos na narrativa estão notavelmente próximos da realidade e são histórica e arqueológicamente corretos. A acurácia também se estende aos costumes sociais dos diferentes povos com os quais Sinuhe entrou em contato. Convém esclarecer que não foi o conto egípcio que inspirou o escritor finlandês Mika Waltari ao escrever seu romance O Egípcio, no qual o herói também se chama Sinuhe. A personagem de Waltari é um médico que vive no tempo do faraó Akhenaton (c. 1353 a 1335 a.C.).

A história é escrita na primeira pessoa, ou seja, o próprio Sinuhe narra suas aventuras. Ele conta que Sesóstris I, filho mais velho do então faraó Amenenhet I, estava retornando de uma expedição punitiva contra os líbios quando mensageiros, vindos do palácio, vieram lhe informar que seu pai havia sido assassinado. O fato ocorreu "no ano XXX, terceiro mês da estação da inundação, dia 7", data que os egiptólogos determinaram com precisão como sendo 15 de fevereiro de 1962 a.C. O príncipe retorna imediatamente para a capital. Outros mensageiros, pertencentes ao grupo dos assassinos, também chegam para dar a notícia a um meio-irmão de Sesóstris, em cujo benefício se cometera o crime. Por acaso e escondido, Sinuhe os ouviu e relata em sua história:

01 agosto 2020

A protegida de Maria

Na orla de uma extensa floresta morava um lenhador e sua esposa. Eles tinham apenas uma filha, que era uma menina de três anos. Mas eles eram tão pobres que não tinham mais o pão de cada dia e já não sabiam o que haveriam de dar-lhe para comer. Certa manhã o lenhador foi com grande preocupação até a floresta para cuidar de seu trabalho e, quando estava cortando lenha, lá apareceu de repente uma mulher alta e bela que trazia na cabeça uma coroa de estrelas cintilantes e lhe disse “Sou a Virgem Maria, mãe do Menino Jesus, e tu és pobre e necessitado: traga-me tua filha, vou levá-la comigo, ser sua mãe e cuidar dela.”
 O lenhador obedeceu, foi buscar a filha e entregou-a à Virgem

Maria, que a levou consigo para o Céu. Lá a menina passava muito bem, comia pão doce e bebia leite açucarado, e seus vestidos eram de ouro, e os anjinhos brincavam com ela. Quando completou quatorze anos, a Virgem Maria a chamou e disse

25 julho 2020

Solte-se daquilo que não vale a pena



Por Paulo Fernandes

Solte, não cometa a falha de segurar aquilo que Deus já tirou. O que fere tem que sair para dar lugar ao Amor que irá curar. 
Shakespeare disse uma vez: lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente. Possa ser, também, que o presente, visto pelo cenário do coração, seja o passado, se as mudanças vieram apenas nas estações e não nas decisões. Do mesmo modo, nenhum recomeço serve, se você o recebe com a mesma mentalidade. "O Senhor Deus me disse: — Desça até a casa onde fazem potes de barro, e lá eu lhe darei a minha mensagem. 

18 julho 2020

Alma de Dragão


por Leandro Radrak

Muito bem, minha senhora. Sou praticamente um bardo na arte de declamar contos. Deixe-me lhe contar minha história. Ao menos a parte dela que me trouxe aqui. Serei sincero, pois não subestimarei sua astúcia. Quem é subestimaria um deus, não é mesmo? Ouça com atenção, por favor. Depois, deixarei em suas mãos o meu destino.

11 julho 2020

O sonho do Mago


Boa tarde/noite meus amigus, como passaram a semana? Por aqui foi tudo bem! 
Como comentei que gostaria alguns contos salvos há muito tempo, hoje vou postar este sobre "O sonho do Mago".
Espero que gostem e deixem seus feedbacks. Ótima leitura e vamos lá!



 Por Douglas Cavalcante

Em toda a galaxia existem planetas e constelações conhecidas e desconhecidas. Por mais que achamos que existam ou não seres que vivam conosco em nosso sistema solar ou próximo temos a nítida impressão de que não estamos a sós. O que nos faz pensar é bem mais do que a imaginação ou ciência, mas sim a profunda e verdadeira intuição que muitos chamam de sexto sentido. Dentro de cada um de nós exitem mais do que podemos imaginar: um Alien, uma alma. somente a mente ... Não sabemos. Mas ha algo dentro de nos, chamarei de centelha.

04 julho 2020

OLHA QUEM APARECEU!

Olá meus amigos seguidorxs, quanto tempo não é mesmo?

Pois é!

Anos se passaram e retornei por uma curiosidade do destino e, aproveitando que não entrava aqui há anos decidi postar alguns contos quais estavam guardados e não foram divulgados.

Farei isso para dar uma movimentada e concluir as postagens. A princípio estarei postando uma vez por semana, aos sábados. Quem sabe não retorno definido, não é mesmo?



09 março 2015

Coluna: Entrevista (com Leticia Magalhães)

Ola galera que acompanha o Blog dos Contos ! A entrevista de hoje é com Letícia Magalhães, escritora independente. Ela falará m pouco de sua vida para nós e sobre seus livros. Vamos conferir ne.


BDC: Poderia se apresentar para nossos leitores, por favor Letícia.
Letícia Magalhães: Vamos lá. Sou mineira, 21 anos, estudante de pós-graduação, escritora e leitora voraz. Publiquei dois livros de maneira independente, um sobre cinema e o outro reunindo as melhores produções de minha juventude.

BDC: Pode falar-nos um pouco sobre cada um.
Letícia Magalhães: Juntei muito do que escrevi nesta primeira fase e, depois de pensar bastante sobre como transformar isso em livro, publiquei "Escritos de Garota - Contos, Crônicas e Poemas dos 7 aos 17". Depois selecionei alguns textos do meu blog sobre cinema, artigos publicados em outros sites de entretenimento e críticas inéditas, e assim surgiu " Crítica Retrô - Apontamentos de uma jovem cinéfila"

Coluna:Entrevista (com Rafaela Alves)

Hoje entrevistarei Rafaela Alves, ela acabou de lançar  o livro No Doce Embalo da Magia e  o Blog dos Contos acompanhou-a pós lançamento. Confiram:


BDC: Agradecendo desde já a oportunidade de entrevista e tempo disponível. Fale um pouco de você e como começou o seu interesse pela literatura ?
Rafaela: Tenho 18 anos, Sou estudante de Analises Clinicas. Começou quando eu tinha 16 anos. Eu tinha o costume de escrever textos, e então um dia minha amiga chegou pra mim e disse “Porque você não escreve um livro?”. Eu pensei bastantes sobre o assunto, e aos poucos esse “novo universo” foi tomando conta de mim, até que acabei meu primeiro livro Antes que a lua apareça. Hoje já tenho 3 livros prontos.

BDC: Quais gêneros são mais atrativos para você ?
Rafaela: Meus gêneros prediletos são romance, ficção e fantasia.

Coluna: Entrevista (com André Alge)

Hoje entrevistarei André Alge. Ele é autor nacional de romances eveio contar-nos um pouco de sua esperiencia. 

BDC: Agradecendo desde já a oportunidade de entrevista e tempo disponível. Pouco de você e como começou o seu interesse pela literatura ?
André: Em primeiro lugar, quero agradecer pela oportunidade de ser entrevistado pelo seu blog. Meu interesse pela literatura existiu desde muito tempo, mas só comecei a escrever em 2010, isso depois que escrevi um conto para participar de um concurso literário. De lá para cá continuo escrevendo regularmente.


BDC: Quais gêneros são mais atrativos para você ?
André: São vários os gêneros, mas principalmente romance e contos, não tenho preferência especial, pois sigo pela inspiração que tiver e pela ideia original do texto; se tenho a ideia de fazer um romance mais sério eu o faço, se tenho a ideia de fazer algo mais voltado à fantasia, também o escrevo.


BDC: Fale sobre suas obras.
André: Em 2012 publiquei Quase Acaso, é um romance com uma história de um amor quase impossível que se tornou possível devido às circunstâncias do destino e é também a história de uma pessoa de origem humilde que busca vencer na vida. É um romance com assuntos muito abrangentes. Ainda em 2012 publiquei Suicídios em Bom Jesus, (considero o meu melhor livro) é um romance policial bem intrincado e que tem como pano de fundo uma crítica de um comportamento social perigoso. Em 2014 publiquei o Lua, Lobos e Cerrado, esta é uma história de fantasia, onde se tem muita aventura, terror suspense e romance, o traço de originalidade da obra é que cria outra concepção para a lenda dos lobisomens. Ainda em 2014 fui premiado no V Concurso Literário Cidade de Manaus com o original de contos denominado Contos Profissionais.


BDC: Como K. J Rowling é conhecida por ser uma autora que conseguiu prender seu publico com uma historia tão fantástica com a ideia da fantasia da vida de um jovem bruxo movido pela sua coragem e de ir até o fim, o que você diria ser “sua marca” ?
André: Acho que ainda não tenho uma marca específica, eu apenas procuro fazer uma boa história que possa conquistar o leitor.


BDC: O que chama a sua atenção contos antigos e (ou) atuais ?
André: Há contos antigos ótimos e contos atuais também, assim o que me chama a atenção não é o fato de ser antigo ou não, mas sim de ter sido bem escrito, ter uma história bacana, original e que não tenha uma leitura cansativa.


BDC: Como começou a ideia de escrever ?
André: Foi em 2010, quando nos corredores da faculdade vi um cartaz sobre um concurso literário, aí foi que comecei, apenas para ver se eu era capaz, a partir daí tomei gosto pela escrita.


BDC: Na sua opinião, a literatura se valorizou nos últimos anos ?
André: Acredito que existe uma nova geração de pessoas se interessando pela literatura, e isso é bom, mas o fato é que no Brasil, de um modo geral, as pessoas não se interessam muito. Além disso, para o escritor iniciante é muito difícil sobreviver no mercado, pois as grandes editoras dão preferência a quem já está consagrado, assim obras com bom potencial ficam esquecidas.


BDC: Deixe uma frase.
André: Por mais difícil que seja a realização de um sonho, por mais obstáculos que se tenha, devemos nos empenhar sempre e dar o melhor de si para que o sonho possa finalmente se transformar em realidade.


 Agradecendo a você, André, pela sua disponibilidade e espero que todos tenham gostado de mais uma materia.

04 março 2015

Resenha: Coração Artificial


Livro: Coração Artificial.
Autor: Viviane L. Ribeiro.
Ano da publicação: 2014.
Páginas: 265.
Editora: Multifoco.

Sinopse: Gabriel é filho de um importante magnata da indústria de órgãos artificiais, e Alicia é apenas uma estudante inteligente o bastante para ter uma bolsa de estudo na mesma faculdade privada que Gabriel frequenta. O fato é que eles nunca teriam se conhecido se Gabriel não tivesse parado para ajudar Alicia com seus livros e muito menos se aproximado tanto se não a tivesse visto cantar em um bar numa noite. Então acontece um acidente de carro. E estranhamente as pessoas próximas a eles estão tentando mantê-los afastados, e enquanto isso, eles vivem a vida naturalmente, acreditando que o acidente não trouxe nenhuma consequência para suas vidas. Mas a verdade é que estão completamente errados.

Olá pessoal do Blog dos Contos, tudo bem? Estive sumida semana passada, porém retornei para as minhas resenhas(haha). Espero que gostem da resenha de hoje

26 fevereiro 2015

Conselhos de Gates.



Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

23 fevereiro 2015

Coluna: Entrevista (com Michael Andrews)

Boa noite queridos seguidores ! Aqui esta mais uma entrevista para vocês. Desta semana tive a oportunidade de entrevistar Michael Andrews, ele é um jovem escritor e acabou de lançar seu primeiro livro: Bem O Fim - As Crônicas dos Sete. Vamos conhecer este jovem autor !



BDC: Boa tarde Michael, obrigado por sua disponibilidade. Poderia se apresentar, por favor.

Michael Andrews: Me chamo Michael Andrews, 24 anos, fazia apenas poemas e fanfics e esse é o meu primeiro livro Bem O Fim - As Crônicas dos Sete.

BDC: Legal, tambem ja fiz alguns textos. Se lembra desde quando tem contato com a literatura ?

Michael Andrews: Faz muito tempo. Mas no começo eram alguns contos quando eu tinha meus 6 ou 7 anos lá nos anos 90, só quando eu tinha 11 anos, 2001, que li meu primeiro livro completo: foi Harry Potter e a Pedra Filosofal . Sou da primeira geração HP (risos).

21 fevereiro 2015

Resenha: Os Sete

Olá pessoal!

Semana passada não pude postar nada, mas essa semana trouxe algo legal para vocês: a resenha do clássico livro de André Vianco, OS SETE.

A história se passa integralmente no Brasil, hábito deste ótimo escritor que conquistou os fãs de ficção, fantasia e terror, suas histórias sempre se passam em território nacional! Apesar de ter sido escrito há algum tempo (o livro data de 2000), muitos leitores tupiniquins desconhecem essa obra e tantas outras deste prestigiado autor, que publicou independentemente as primeiras cópias da obra.

Capa 1ª Edição
A história trata de um grupo de amigos que, mergulhando no litoral do Rio Grande do Sul, encontram uma antiga caravela portuguesa com vários artefatos históricos e uma misteriosa caixa de prata. Acidentalmente, uma pequena porção de sangue atinge a caixa que contém 7 cadáveres ressequidos, e quando o pessoal da Universidade de Porto Alegre decide abrir a caixa, um dos corpos retoma a vida e o caos começa numa perseguição implacável pelas regiões sul e sudeste do Brasil em busca dos que os despertaram. O exército é envolvido e inúmeros vampiros começam a tomar conta das cidades brasileiras, se espalhando como uma peste, sendo capturados e estudados e até bombardeados por armamento pesado. Ainda assim, apesar do caos causado por eles, alguns mantém seus sentimentos humanos, o que faz o leitor simpatizar com os vilões em várias partes.

Apesar dos bons protagonistas Tiago, Cesar, Olavo e Eliana, a produção é marcada pelo carisma dos sete cadáveres vampirescos que acordam em uma terra diferente da sua e alguns séculos adiante, sendo eles: Inverno (Guilherme), com a capacidade de invocar baixíssimas temperaturas e congelar objetos, Acordador (Manoel) e sua sombria capacidade de levantar os mortos, Lobo (Dom Afonso) que apesar de vampiro tem a habilidade de se transmutar em lobisomem, Tempestade (Dom Baptista)  o invocador de tempestades, Gentil (Miguel) e a capacidade de parar o tempo, Espelho (Dom Fernando) que transforma-se em qualquer pessoa, e o temido Sétimo, que serviu ao próprio tinhoso como escravo por 150 anos, temido inclusive pelos seis companheiros (e acreditem, eles têm motivos para ter medo).
Capa 2ª Edição

Durante toda a história, André Vianco proporciona ao leitor não apenas momentos de grande tensão e terror, como também momentos verdadeiramente hilários nessa jornada sangrenta através de solo brasileiro. Imaginem o que poderia resultar na visita de Acordador ao IML de uma cidade? Ou ainda uma viagem em um trem de carga para alguém com cinco séculos de idade? Do despertar em Porto Alegre, a aventura se desenrola até Osasco, passando por várias cidades do sul e sudeste do país, por onde os vampiros portugueses certamente deixaram sua marca registrada, encontrando inclusive um caçador de vampiros que nunca havia caçado um, descendente daquele que conseguiu capturar os sete na caixa de prata, o destemido Tobia. 

O livro foi muito bem sucedido e tem a continuação em SÉTIMO, publicado dois anos mais tarde, que continua com a matança e destruição em alto nível e a luta pela sobrevivência dos protagonistas. Para quem é fã de vampiros, suspense e terror, e sempre se perguntou como seria se vampiros 'rodassem' por essas bandas, a leitura é obrigatória, a diversão é garantida e a releitura será quase uma certeza!

Bem pessoal, fica a dica, espero que gostem do livro e até a próxima!!

19 fevereiro 2015

Livro: Depois dos quinze: quando tudo começou a mudar.
Autor: Bruna Vieira
Ano de publicação: 2013
Paginas: 200
Editora: Gutenberg

Sinopse: Bruna Vieira tem 18 anos, é colunista da Revista Capricho e dona de um blog chamado Depois dos Quinze. Começou a escrever porque descobriu que o amor da sua vida era na verdade o amor de uma das centenas de fases que ela já viveu. Desde então, com a ordem das palavras escritas e compartilhadas nas redes sociais, Bruna superou a timidez, viajou para a Europa, fez duas tatuagens, mudou de vez para São Paulo e tornou-se uma das adolescentes brasileiras mais influentes da internet com milhares de fãs-leitoras-amigas-seguidoras. Nesse livro você encontra uma mistura de histórias, desabafos e segredos de uma garota que nasceu no interior, ama animais, usa boinas coloridas e ainda acredita no amor simples e verdadeiro.

16 fevereiro 2015

Coluna: Entrevistas (com Tais Cortez)



Boa tarde queridos amigos e seguidores do Blog dos Contos.

Hoje, estarei entrevistando Tais Cortez. Ela é escritora nacional que tive o grande prazer de conhecer.

Tais CortezBDC: Boa tarde Tais. Agradeços desde já a sua disponibilidade para nossa entrevista. Para que nam a conheçe, pode se apresentar por favor.

Tais: Meu nome é Tais Cortez Ferreira, tenho 26 anos, moro em Campinas (Na verdade estou me mudando para Barueri em breve, pois vou me casar rs), sou formada em Relações Internacionais com bidiplomação em Economia e trabalho como gerente de conta na Cisco.

BDC: Ah sim, parabéns e muitas felicidades. Diga-nos quando foi seu primeiro contato com a literatura ?
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