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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Os ruídos da morte

Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz


Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.

Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.

Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.

O Baile

Era um sábado à noite... O baile iria começar às 23:00 hs. Todos chiques, bem arrumados, vestidos para uma noite de gala. Mulheres lindas, homens charmosos.
Richard tinha ido ao baile sozinho. Não tinha namorada, apesar de ser muito bonito. No baile conheceu uma moça muito bonita que estava sozinha e procurava alguém com quem dançar.

Richard dançou com ela a noite toda, e conversaram por muito tempo. Acabaram se apaixonando naquela noite, mas tudo só ficou na conversa e no romantismo. No final do baile, Richard prometeu que levaria a moça embora, mas de repente ela sumiu. Ele procurou-a por todo o salão por muito tempo. Como não encontrou, desistiu e foi embora.

A Virgem do Poço

Havia no Japão Feudal do século XVII uma bela jovem de nome Okiko. Essa jovem era serva de um Grande Senhor de Terras e Exércitos, seu nome era Oyama Tessan. Okiko que era de uma família humilde, sofria assédios diários de seu Mestre, mas sempre conseguia se manter longe de seus braços. Cansado de tantas recusas, Tessan arquitetou um plano sórdido para que Okiko se entregasse à ele. Certo dia, Tessan entregou aos cuidados de Okiko uma sacola com 9 moedas de ouro holandesas -mas dizendo que havia 10 moedas- para que as
guardasse por um tempo. Passado alguns dias, Tessan pediu que a jovem devolvesse as "10" moedas. 

Tesouro macabro

A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José. Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno vilarejo na província de Chiapas.

Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu amigo até a tal gruta. 

Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos. A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha. "Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.

O Mosteiro de Satanás

1952, quinta feira, dia 23 de dezembro. Leonel sai de casa para passar o natal com a família no Rio de Janeiro. Nas estradas mineiras chovia como ele nunca tinha visto antes. Sozinho no carro Leonel sentiu um calafrio como se estivesse prestes a morrer. Na mesma hora ele parou o carro. Começou a sentir febre e a suar frio. Na estrada não passava um veículo e a chuva tinha apertado mais. Quase cego com a tempestade Leonel avista uma luminosidade não muito longe dali. Caminhando com dificuldade o pobre homem chega até o portão do que parecia ser um mosteiro franciscano . Ele bate na porta e grita por ajuda mas desmaia antes dela chegar.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Perdido na noite de Halloween

Era noite de Halloween a lua cheia brilhava forte no céu. José bateu o copo de pinga com força no balcão e se despediu do atendente gordo que enxugava alguns copos do outro lado. De pé, ele notou que o mundo estava girando incontrolavelmente, o porre do dia havia sido “bão” como gostava de dizer.

Ele saiu do bar e virou à esquerda. Caminhou algumas quadras pelas ruas esburacadas e mal iluminadas quando se viu diante de uma bifurcação. A sua esquerda, uma mata densa e perigosa que tinha uma trilha pequena que o levaria até a fazenda onde trabalhava de peão e morava com sua esposa e filhos. A sua direita uma estrada de chão batido que o levaria ao mesmo destino, mas demoraria uns quinze minutos a mais. Normalmente ele não pensaria duas vezes, iria pela estrada que era segura que o guiaria certamente a sua casa, ele tinha medo não somente de se perder, mas também dos animais famintos que o teriam como presa fácil. Mas naquele dia resolveu ir pela trilha.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Aviso !

Ola caros leitores e seguidores do Blog dos Contos. 


No momento estamos passando por uma pequena reformulação no blog para sua melhoria.
Em alguns das voltaremos a ativa com um novidades para vocês.


domingo, 26 de outubro de 2014

O Mito do Dragão Marinho

Se refere monstro marinho que foi enviado por Poseidon pra destruir a Etiópia, e que exigia em sacrifício a bela Andrômeda pra que o reino fosse poupado. Esse monstro foi destruído pelo herói Perseus, cuja constelação fica paralela a cetus, mas no hemisfério norte, do outro lado da constelação de Áries. Na verdade o casal Perseu e Andrômeda estão lado a lado na região oposta a de Cetus. O monstro foi morto ao olhar a cabeça da medusa, portada por Perseu, o que fez com que ele imediatamente se transformasse em pedra. Por esse e por outros motivos é que a natureza básica dessa constelação a associa ao planeta saturno.

(OBS : Não comparem com filmes, os autores fazem adaptações, essa é a história escrita nos livros sobre mitologia)

domingo, 19 de outubro de 2014

A Águia e o Pardal


O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza.
Um dia estava voando por entre a mata e observando o vôo de Yan, quando, de repente, a águia sumiu de sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto:

Deparou de repente com a grande águia bem à sua frente.

sábado, 18 de outubro de 2014

Doces Palavras

Escrito por Agnes Carvalho, http://rascunhoseborroes.blogspot.com.br/


Isac era um menino muito levado aos seis anos de idade. Travesso, não parava quieto, em casa ou na rua. Até o dia em que descobriu as palavras e se apaixonou por ela. Começou a passar a maior parte do tempo na biblioteca de sua mãe, encarando páginas completamente preenchidas por símbolos que ainda não conseguia decifrar por completo.
Intrigada, sua mãe tentava compreender aquela súbita mudança no comportamento do filho. Dias antes, ele inventava qualquer desculpa para passar a tarde no parque com os amigos, e ignorava os esforços dela, que insistia em lhe ensinar as primeiras letras.
Quando ela comentou com o esposo sobre ao inesperada nova rotina do menino, ele tentou tranquilizá-la: era só uma fase; devia ser a filosofia da escola finalmente fazendo efeito; e, afinal, porque ela estava reclamando? Não era aquele o seu sonho? Oras!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Cercado

Por José Eduardo Bertoncello.


Bang! Bang! - Tiros!
Ele acordou num sobressalto da cama da prostituta, uma de suas empregadas. A garrafa vazia que dormiu com os dois, como uma boneca de criança, caiu e quebrou. A luz era pouca - era luz de começo de manhã.
Não foram no quarto. Foi até a porta, cambaleando. Fez uma bagunça, tropeçou, derrubou coisas - ainda estava bêbado. Ouviu, procurou ouvir: nada. Nem no seu Saloon, lá embaixo. Então, até a janela, na ponta dos pés. Olhou sorrateiramente pela fenda, com medo de mexer na cortina, escondendo-se. Lá estavam, lá fora. Vindo pela rua. Muitos, talvez todos eles. A cidade inteira?
- Estrume!!! – praguejou. - Estrume!!! Estrume!!! Estrume!!!
Pegou só o cinto com as armas e as balas. Abandonou o quarto, sua funcionária dorminhoca e suas roupas. Desceu, saiu por uma janela, fugiu para os fundos.
Muitos sofriam e muitos morreram. Por causa dele. Não devia ter comprado wisky daquele traficante, não dele. E não devia tê-lo batizado. Não com pólvora, nem com alcatrão, nem com...
Os gritos chegavam de longe, junto com tiros para o alto. Estavam cheios de palavrões e maldições. No meio destes, algumas promessas:
- Nós vamos te dar pros peles-vermelhas!!! Eles também estão doentes!!! Vão usar seu couro safado para fazer tambores!!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

História e Origem da Literatura

A história da literatura estuda os movimentos literários, artistas e obras de uma determinada época com características gerais de estilo e temáticas comuns, e sua sucessão ao longo do tempo. 

As histórias da literatura são divididas em grandes movimentos denominados eras, que se dividem em movimentos denominados estilos de época ou escolas literárias. 

Cada escola literária representa as tendências estético-temáticas das obras literárias produzidas em uma determinada época. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

[ POSTAGEM COLETIVA] - Professor, parabéns pelo seu dia !





Esta é uma postagem dedicada aos nossos grandes mestres, os professores, em homenagem ao Dia dos Professores, idealizada pelos blogs abaixo citados.



Homenagem Maíra - Blog Os Literatos (http://www.osliteratos.com.br/)

Não era apenas uma aula de língua portuguesa... Foi uma viagem! O professor Paulo foi um professor magnifico! Conhecia os alunos pelo número da chamada. Ele nunca disse meu nome, mas sempre número dezoito. 

Não era muito de falar sobre sua vida pessoa, mas minha paixão pela matéria que ele lecionava apenas cresceu cada vez mais. Além disso, Paulo via através de seus alunos. Como assim!? Impossível descrever, mas apenas em ler um texto de minha autoria, ele conseguiu ver através do meu silêncio o terror que eu escondia em meus olhos. 

Foi um paizão! E todos os professores deveriam ser como ele. “Ser professor” é ir além do ato de lecionar, é acolher, amar, cuidar, proteger... Hoje Paulo não está mais entre nós, morreu dia 02/09/2012 (no dia do meu aniversário!), mas ele pode descansar em paz... Não sei quanto aos outros alunos que ele teve, mas na minha vida ele fez a diferença, e me salvou!


Homenagem Thiago  - Blog SpheraGeek (http://spherageek.wordpress.com)

Ouça agora Thiago Simão e Renaldo Kaká falando um pouquinho sobre aqueles que trouxeram inspirações em suas vidas.

BAIXE O PODCAST: 
4shared (http://www.4shared.com/mp3/wmuYas_tce/SpheraCast_-_Especial_Dia_dos_.html?)
Direto (http://spheracast.podomatic.com/enclosure/2014-10-14T20_03_38-07_00.mp3)


Homenagem Anninha - Blog Poltrona de Cinema (http://poltronadecinema.wordpress.com/)

Na minha época, chamávamos de Dia do Mestre. Isso prova como sou antiga e como ser professor é definido melhor dessa maneira: mestre. Porque ele é mais que isso, ele ratifica princípios, nos insere no mundo das letras, muito,nos ensina a compreender o mundo.

Eu tive professores muito especiais a vida toda. Meus professores de colégio foram os mais significativos: Rosane Vidinhas, de Ciências, Roberto Guidoreni, de Geografia. Ambos do Colégio Piedade. Tirar dez na matéria deles, era difícil, razão de muito orgulho quando acontecia…

Depois estudei no Colégio Marista São José, e os professores que mais gostava eram o Mercadante, de História, que já está no Céu, e Luiz Carlos, de Biologia. Professor é a profissão mais importante que existe, pois é a válvula-mestra de todas.


Homenagem Beatriz - Canal Compulsiva por Livros 
(https://www.youtube.com/channel/UCd6UmecfDq7bodNEbx6yTRQ)

Segundo o dicionário, docente é aquele que ensina uma ciência, arte, técnica e outros conhecimentos. Mas será só esse o papel do docente na nossa sociedade escolar?

Não, o professor marca nossas vidas. Ele auxilia os alunos a terem uma esperança de um futuro melhor. Ele aconselha, se torna parte da família dos alunos e até trata-os como filhos. Obrigada ao professor que fez ou faz parte de minha vida. 

Obrigada pela paciência e dedicação. Obrigada pelo orgulho que tiveram para enfrentar essa profissão tão pouco motivada por nossa sociedade e governo. Dedico esse texto a todos os professores que enfrentam situações de más condições de trabalho, salários baixos, pouco reconhecimento profissional e agressividade de alunos.
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