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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Anjo da Rezadeira

Por Douglas Cavalcante


Entro no busão, mais uam semana termina. Sento na janela e fico olhando a estrada correr. Pode até parecer loucura, mais mesmo estando de fone ouvindo algo nas musicas do celular ainda quero alguem pra sentar ali do lado, puxar um assunto, conversar um pouco ... Parece estranho, mais preciso disto.
Onibus vazio, sento  na parte do meio, jogo minha mochila ao lado e, com a mente vazia é oficina, com diz minha mãe nós seguimos logo uma sina. Passamos pela vida tão depressa que nem notamos oque realmente interessa, e assim tudo se vai, o teu castelo cai e mais um anjo vai lá pra morada eterna. Pode parecer loucura querer abraçar que ja morreu, mais so quem perdeu sabe a falta que faz uma compania, pode ser qulquer pessoa, seu pai, sua mãe, sua tia ... Alquem que sempre via oque você fazia torçend pelo seu bem, porem, recusamos muitas vezes oque lhe nos é desejado. Nesse cotidiano bagunçado, lá estou eu sentado num banco de um onibus vazio pensando que em algum lugar pra relaxar, eu vou pedir pros anjos cantarem por mim.
Olha so que absurdo, talves algo bem ligeiro, uma lagrima de lembraça escorre no meu rosto sem medo. Poi é, ha momentos perfeitos. Só voce notar para ver que temos oque realmente ver que muitos são passageiros. É tudo bem assim, e não sei por quanto tempo.
Talves hoje você esteja aqui, sentado do meu lado, sobre minha mochila, no banco vazio. Ou até mesmo na minha frente, mais você sabe que não gosto de ser liderado. E atrás? Tambem não, não gosto de liderar. Ande mesmo ao meu lado para qeu assim possamos seguir juntos e unidos.

Novas paginas o ornal imprimi, oque me deprimi é esses poder de transformar vidas em estatisticas. Outras sexta-feira, outra experiencia. Vi uma cena que pra você foi uma sentensa, uma mulher corre para o meio da multidão, cai de joelhos e logo abraça um corpo caido no chão. Parece até algo dramatico, ver tudo isso aqui em cima, do seu lado. Mais olha lá, quem é mesmo? Você ! Vamos voltar a fita pra ver voce pela manhã correndo com os muleques no campo soltando pipa, jogando bola sujando o uniforme novo com a lama do campo. Até ai, tudo bem. Nada mal. Mais o caminho que vivemos você viu cedo seu final. Mais que ciclo em, nem carta deixou aos parentes, mais você recebeu uma daquele remetente. Você mesmo e falou que osnhou com um anjo, que falou pra você que isso não era um sonho.

Cada um escolhe o caminho a ser trilhado, mais para Ele esse é imundisse. Você gostava tanto do Super-Homem que pensou que ele existisse, e que era você. Sonho ingenuo de criança esse que você teve.

O tempo passa, o busão para, uma senhora sobe. Ela ri do fato de andar de vagar e logo se senta no banco da frente. Fuça sua bolsa e pega umas moedas e passa catraca, com um sorriso extenso no rosto ela vai para o fundo e senta la mesmo, abraça sua bolsa e tambem fica olhando pra um chaveirinho falando com ele. E sabe oque parece? Aquela senhora que tava abraçando seu corpo naquela ultima seta-feira que te vi. A rezadeira que pedia pra você cortar o caminho para o nosso lado, e que você sempre rebelou-a e muitas vezes brigava, xingava, só não batia porque a maior dor dela foi a de te colocar no mundo que se misturava com esta, angustiante, de ver o bicho homem que você virou. Mias ninguem mandou você correr, atras de pipa, atras de bola, cim coisas na mochila que pego la na escola, fazer oque queria e mandavam, e seu tempo ai que foi escasso. Foi la e fez oque era pra fazer, mais isso nem deu tempo de você vive. Quinze anos e tava la você ja com seu primeiro filho, um muleque com um bebe o colo, esquesito. 

Então denovo você corre, mais agora voce sabe que tudo isso talves fora em vão, neste momento a rezadeira sente um aprto forte no coração. Ela lembra dele e logo sai de casa correndo, pensando se teu filho ta ai perto, vivendo. Mais sabemos que nada é constante, muitas vezes vivemos rapido em instantes. Com outro me falou: Dentro do bem tem o mal, e do mal o bem. É oque to vendo no Ying e Yang.  Então você escolheu. E olha só agora.

Seu tempo passou, a rezadeira chorou com os corpo do seu filho nos braços. Unica familia, amor.

Agora me diz, quem foi que tava certa? Que te defendeu quando podia e você nem deu motivo descente a ela. Um motivo de sorrir, ou de falar que ourgulho de você. E agora oque resta? 

A rezadeira, rezar e a você, proteger.

Anjos existem. Vivem perto de nós, basta abrir os olhos. Eles ão tem asas, apenas o poder de nos fazer feliz ...

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