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terça-feira, 2 de julho de 2013

Portal do Inferno

Algumas crianças Brincavam nas Proximidades de um sitio abandonado, localizado não muito distante da zona urbana, caçando pássaros com seus estilingues e colhendo frutas das arvores da redondeza, quando decidiram-se brincar na velha casa do Sitio. De repente os meninos saem da casa aos gritos de pavor, correndo entre as trilhas no mato circunvizinho que dava para fora daquela propriedade. Voltando para suas casas assustados e totalmente em choque contando a todos a cena que viram ali naquele casebre abandonado. Imediatamente alguns pais e curiosos resolveram invadir o velho sitio a fim de averiguar a historia dos garotos.

Pulando a cerca que ficava aproximadamente uns cem metros da casa, que por volta estava cheia de mato, folhas secas e lixo trazidos pelo vento, mas nada que justifica-se o fedor que vinha de dentro do casebre abandonado. Havia muito tempo que ninguém residia ali, aquela propriedade estava há muito tempo abandonada, a casa estava caindo aos pedaços, às portas comidas pelos cupins, buracos na telha, chão da varanda completamente coberto de folhas secas e paredes deterioradas pelo tempo.

Nenhum vestígio de animal morto! Alguns homens da cidade que estavam ali para averiguar se armaram com pedaços de pau, pedra e tudo que podiam encontra pelo caminho dentro da propriedade em direção a casa.

Lentamente eles se aproximam da porta, que possuía duas bandas, porém uma estava tão destruída que contia-se pendurada apenas por uma só dobradiça. Uns olhavam um para outro, tampando o nariz de tamanha podridão. Um dos que ia a frente chuta o único lado perfeito da porta arremessando os restos podres no chão, entra gritando com pedaço de pau na mão, até paralisar-se vendo a bizarra e terrível cena a sua frente. Os demais o acompanhavam lentamente, enquanto outros voltavam imediatamente diante a horripilante visão que estava a sua frente. No centro da sala, com o telhado furado, deixando penetra somente alguns raios de luz pelo telhado, estava um homem amarrado por uma corda que vinha da linha central do telhado. O mesmo encontrava-se de cabeça para baixo, todo em estado de putrefação. Sua frente outro estava sentado, com o corpo para frente. Em volta de si pedaços de corpos retalhados; mãos, pé, orelhas e um braço. Se aproximado mais dava para perceber que por baixo do homem amarrado encontrava-se um tigela que dava para concluir que aparava o sangue do indivíduo. Os dois corpos estavam cheios de bichos, estava em estado de decomposição avançado. 


Continuação na Quinta - Feira (04/07)

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